sexta-feira, setembro 30, 2005

Ontem (ou como encontrei o antoninho)
Ontem chego a casa e estavam-me a rebocar o carro. Os cabrões. Resultado: menos 80 euros no orçamento. Cabrões. Só porque tinha um pneuzito em cima do passeio.

Ontem sentei-me a ver o sporting, clube que me têm dado muito cabelo branco, e foi a tristeza que se viu.

Mas ontem, antes disso tudo, entrei por acaso num cash converters ali ao pé da Praça do Chile e comprei um orgão lindo, por 20 euros. Um Antonelli. Tem um som semelhante a uma harmónica mas "maior". Em vez de se soprar funciona com uma ventoinha eléctrica que sopra por nós. 4 oitavas com teclas de tamanho normal e teclas extra para baixo, acorde maior e acorde menor para cada tom. Fiquei maluco claro e comprei logo. Já o apelidei de "antoninho".
Com ele ainda estou com mais pica para avançar com as canções que tenho andado a trabalhar sózinho, as quais estou a gravar aos poucos em casa.
São elas: "manual para cowboys campeões", "com os olhos fechados", "ninguem dá por nada", "tenho um medo não sei de quê", "sózinho", "o amor" (música de Afonso Martins para um poema de Fernando Pessoa) e "notas" (letra e música de David Jacinto).

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Noutro assunto quem estiver viciado em downloads de mp3 vá ler o artigo de Nick Southall da Stylus Magazine (que descobri por intermédio do juramento sem bandeira onde a há vários comentários ao dito).
Quem quizer discutir o eterno "cantar em portuguêsVScantar em inglês" vá aqui.

1 Comments:

At 9:40 da tarde, Blogger Carteiro disse...

"Nenhuma te escapa
Ó santo Antoninho
Põe a tua capa
E mete-te ao caminho."

Eís uma quadra popular que se adapta perfeitamnte ao feliz encontro com o Antoninho.
Já estou a imaginar, a Brigitte, toda laroca, de braço dado com o Antoninho da praça do Chile, toda feliz, ruborizada e saltitante...

 

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